LET NOTHING GO UNPUNISHED! ⚖️🔥
“A American Express e a Blackbird retiraram seu apoio de uma série de jantares pop-up em Los Angeles, que custavam US$ 1.500 por noite e eram organizados pelo Noma, depois que uma reportagem do New York Times revelou que o chef René Redzepi agrediu fisicamente trabalhadores.”
Para referência, as entidades mencionadas são:
American Express
Blackbird
Noma
René Redzepi
The New York Times
A reportagem do The New York Times revelou um conjunto de acusações graves feitas por ex-funcionários contra o chef dinamarquês René Redzepi, fundador do restaurante Noma — um dos restaurantes mais influentes da culinária contemporânea.
O que os ex-funcionários denunciaram
Segundo entrevistas com 35 ex-trabalhadores, a cozinha do Noma teria sido marcada durante anos por um ambiente de medo e abuso. Entre as denúncias:
Agressões físicas: alguns cozinheiros disseram que Redzepi dava socos, empurrava funcionários contra paredes ou os atingia com utensílios de cozinha quando cometiam erros. �
nos.nl · 1
Humilhações públicas: trabalhadores relatam punições diante de toda a brigada, com gritos e constrangimento coletivo. �
Süddeutsche.de
Clima de terror na cozinha: vários disseram que trabalhar no restaurante parecia “ir para a guerra”, pela pressão e pelo medo constante. �
infobae
Intimidação profissional: alguns afirmam que eram ameaçados de serem “banidos” da indústria se denunciassem o comportamento. �
nos.nl
Os relatos se referem principalmente ao período entre 2009 e 2017. �
People.com
Um episódio que chocou
Um caso relatado por testemunhas teria ocorrido em 2014:
durante um serviço, Redzepi levou um sous-chef para fora da cozinha, o agrediu e o obrigou a fazer uma declaração humilhante diante da equipe, antes de todos voltarem ao trabalho como se nada tivesse acontecido. �
The Star
A reação do chef
Após a reportagem, Redzepi afirmou:
que nem todos os detalhes correspondem à sua lembrança,
mas reconheceu que seu comportamento no passado foi prejudicial e agressivo,
e disse ter buscado terapia e mudanças na gestão do restaurante. �
gastroeconomy.com
Consequências imediatas
A repercussão foi grande:
American Express e Blackbird retiraram patrocínio de uma série de jantares pop-up em Los Angeles que custavam US$ 1.500 por pessoa. �
Eater LA
Ativistas e ex-funcionários planejaram protestos contra o evento. �
Eater LA
O caso reacendeu o debate sobre violência e exploração na alta culinária. �
Eater LA
💭 Por que essa história é tão importante?
Porque o Noma foi considerado várias vezes o melhor restaurante do mundo, e seu modelo influenciou cozinhas em todo o planeta. A denúncia levanta uma pergunta incômoda: quantas cozinhas de prestígio foram construídas sobre culturas de abuso?
Se quiser, posso também te explicar algo que muitos cozinheiros comentam hoje:
como o modelo da “alta gastronomia” criou uma cultura de violência nas cozinhas profissionais — e por que isso começa a ruir agora. Isso tem muito a ver com as críticas que você mesmo faz ao sistema da gastronomia.
American Express and Blackbird have pulled out of a $1,500-per-night series of pop-up dinners in Los Angeles staged by Noma after a New York Times report that the chef René Redzepi physically attacked workers.

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