AFROESCOLA – EDUCAÇÃO A PARTIR DE MATRIZES AFRICANAS E INDÍGENAS

A proposta parte do reconhecimento de que existem outras formas de educar, para além do modelo escolar hegemônico, valorizando ancestralidade, território, memória, oralidade, coletividade e identidade.

A Fonte que nunca seca

Tive o prazer de encontrar Odé Amorim no CosmoAngola e foi um prazer conhecer de perto seu empenho na construção e promoção de uma pedagogia voltada às matrizes africanas e indígenas, comprometida com a formação crítica, o fortalecimento da identidade e a produção de outros modos possíveis de educar.

Feliz também pois essa iniciativa contempla a Culinária Tradicional como uma ferramenta de transformação social, como a OFICINATIVA / AfroEscola: com as presenças fundamentais no projeto de Maria "Juriti" Dias, Iyá Vera d'Osumaré e Ana Frari.

OKU OJO IBI - Feliz Dia do Nascimento em Iorubá


Níveis e equivalências

Educação Infantil

Fundamental I

EJA (Educação de Jovens e Adultos)

Abrangência territorial

ABC Paulista

Vale do Ribeira

Princípios

Educação antirracista

Centralidade da cultura negra e indígena

Valorização dos saberes tradicionais

Formação integral, comunitária e crítica

Redes, apoios e reconhecimentos

Ponto de Cultura (certificado pelo Ministério da Cultura)

Pontos de Memória

Prêmio Pontos de Leitura – 2023

Concepção

A AfroEscola entende a educação como um campo vivo de disputa de sentidos e afirma a urgência de “outros mundos (e outras educações) possíveis, necessários e urgentes”, especialmente diante das desigualdades raciais e sociais estruturais no Brasil.

Contato

📞 (11) 4425-4458

📧 artedepia@gmail.com

🌐 facebook.com/oficinativa



@charoth10


#Elcocineroloko

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