MANIÇOBA: COMIDA SAGRADA E MEMÓRIA CULTURAL NO ALMOÇO DO CÍRIO DE NAZARÉ

Prof. Miguel Picanço em seu artigo recém-publicado na Revista Amazônica Latitude, na Coluna Comida Cabocla 🌿🍽️

Neste contexto, a mandioca — seja na maniçoba ou no pato no tucupi 🦆🍠 — se liberta das lógicas mercantis e se eleva ao status de sagrada 🙏🏾. 

Sua circulação não se limita à esfera econômica 💸, mas se expande para o ritual, o simbólico e o afetivo.

Cada prato, cada colher, cada gesto de servir e comer 🍴 atua como mediação entre indivíduos, comunidade e devoção. O Almoço do Círio não é apenas uma refeição 🍲; é uma celebração, uma memória viva, um território de sentidos 🌍, onde a mandioca reafirma seu papel central na cultura alimentar amazônica 🍃 e se consolida como essência da identidade paraense 💚.

🍽️ Maniçoba: comida sagrada do Círio de Nazaré

Ritual e simbolismo: A maniçoba, prato típico da culinária paraense, transcende a mera alimentação, sendo considerada uma comida sagrada no contexto do Círio de Nazaré.

Resistência cultural: O Almoço do Círio representa um espaço de resistência cultural, onde práticas alimentares tradicionais são preservadas e celebradas.

Conexão comunitária: Cada prato servido durante o evento fortalece os laços comunitários e reafirma a identidade cultural dos participantes.

📖 Leia o artigo completo: Comida Cabocla: Almoço do Círio, cosmologia e a mandioca como banquete sacrificial em Belém



@elcocimeroloko


@charoth10


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