✨ Através das viagens proporcionadas pela Abenatrip, percebemos um detalhe que se repete em vários países da África: as portas construídas propositalmente bem baixas.
Em Camarões, em Uganda, na Zâmbia… e, mais recentemente, aqui no Benim 🇧🇯, esse gesto arquitetônico está sempre presente.
Mas por que portas tão baixas? Viajar não é apenas admirar paisagens: é também compreender os gestos, os símbolos e as ancestralidades que nos cercam.
👉🏾 É exatamente isso que vivemos com o AbenaTrip.
Confira no vídeo da @abenafrica: uma verdadeira imersão cultural, feita de encontros e aprendizados que transformam uma simples viagem em uma experiência inesquecível.
✨ Atravessando também memórias e territórios, vejo como essas características da arquitetura africana vivem na Bahia.
Assim como no Benim, em Camarões, em Uganda ou na Zâmbia, também em Salvador encontramos casas com portas baixas — símbolos carregados de ancestralidade.
Na nossa cidade Salvador, muitos lugares conhecidos como “Abaixadinho” guardam essa lembrança: eram espaços onde as casas tinham portas propositalmente pequenas. Mais do que uma escolha arquitetônica, isso revela uma herança cultural que atravessa oceanos e séculos, conectando África e Bahia através dos gestos, dos símbolos e da forma de habitar o mundo.
👉🏾 Reconhecer essas semelhanças é afirmar que viajar, pesquisar e lembrar é mergulhar nas ancestralidades que nos constituem.
E você? Já reparou em quantos lugares da Bahia carregam o nome “Abaixadinho” ou “Abaixadinha”? 👇🏾
📌 A lista de espera para o próximo AbenaTrip no Benim (março de 2026) já está aberta. O link está na bio da @abenafrica, e os inscritos recebem as informações em primeira mão, como VIP.
@charoth10
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